Vai saber

Sexta-Feira, 30 Novembro, 2007

Toda vez que escuto a expressão “agora tá sabendo” me lembro do time Galatasaray.


Me ocorreu agora pouco

Segunda-feira, 26 Novembro, 2007

Será que cegos (que nasceram cegos) sonham? (no sentido de ir dormir e passar aquele filme na cabeça, obviamente).


Renegades of Funk

Segunda-feira, 19 Novembro, 2007

Ontem, quando fui bucar meu irmão às 04:30 (isso mesmo, QUATRO E MÉDIA da matina de segunda) da viagem que ele fez pra Ilha do mel, vi a melhor cena do MÊS. Um mendigo valia-se da condição de única alma-viva na valorosa avenida principal de Cachoeirinha (Av. Flores da Cunha pros leigos) e puxava um break NERVOSO – mas daqueles de rapper do Bronx mesmo. O sujeito, tendo só eu como espectador, parecia estar em chamas com os seus movimentos frenéticos (tanto que nem se preocupou com a minha presença ali). Também pude notar que ele manjava de moda, uma vez que calçava um par de tênis de cada cor. Depois do episódio, fiquei com o clip do RATM na cabeça e até sonhei com isso (eu acho). NOTA DO EDITOR: eu nunca lembro dos meus sonhos.

Em momentos como esse que eu gostaria de estar carregando no mínimo uma câmera com três minutos de vídeo disponíveis.


The wig is on fire – December 08

Terça-feira, 13 Novembro, 2007

Uma das coisas mais bizonhas da burocracia no Brasil nos últimos tempos é este tal de novo passaporte. Sério, puta la merda. Primeiro a pessoa tem que preencher um questionário no site da Polícia Federal. Até aí, tudo bem. Depois de quase 300 mil itens, uma guia é gerada e o requerente (aprendi esta palavra no site) deve pagar a quantia de absurdos R$150 e alguns quebrados pro governo gastar com compra de resultados pro Corinthians não cair (esse pênalti do Paulo Baier ninguém acreditou, caras). E não acaba por aí. Com tudo isso feito, uma data tem que ser marcada para que se possa ir de fato lá na PF fazer o passaporte. O que seria até mais prático se não fosse o fato da minha data ser dia 28 de JANEIRO de 2008 (sendo que eu solicitei dia 10 de Novembro agora). Até lá, eu já esqueci certo.

Eu tô pensando seriamente em entrar nos EUA pelo MÉXICO. Ia ser muito menos complicado. E eu ainda posso fazer uma amizade sincera com algum Coyote – que me deixaria atravessar a fronteira de graça (hey embaixada, isso foi uma brincadeira, tá?).


El cientro de POA

Sexta-Feira, 9 Novembro, 2007

Tava caminhando no centro hoje de manhã em busca das passagens escolares e me deparei com a seleção Argentina sub-15 dando uma banda tri na buena pelos arredores da capital. A gurizada se admirava com a quantidade de panfletos que lhe era enfiada na cara e ainda ria de tudo. Eu, que usava a camisa da seleção do Japão (presente de aniversário), continuei o trajeto observando a movimentação. Foi quando um dos jogadores me viu e pediu pra trocar de camiseta comigo. Eles estavam todos com um uniforme de passeio da Argentina (que eu nunca tinha visto e era deveras bonito). Disse a ele que não trocaria e acho que isso o deixou um pouco decepcionado. Mas se eles caminhassem mais umas quadras já chegariam nas bancas das falsificadas. Aí a festa estaria feita.

Eu achei engraçado e até meio constrangedor. Na hora, quase troquei. Só que a camisa do Japão é linda demais e ainda tem valor sintimental.

E olha que eles estavam bem felizes pra quem tinha levado um laço (na quarta, eles tomaram 3×1 do Brasil).


20!

Quarta-feira, 7 Novembro, 2007

Todas as pessoas que eu conheci, todas as coisas que eu vi, tudo que eu aprendi, tudo que eu nunca esqueci, tudo que eu prefiro nem lembrar, tudo que me faz rir, tudo que me faz sentir saudade, tudo que algum dia me fez chorar, tudo que eu já sonhei, tudo que eu já fiz, todos os lugares que eu já estive, tudo que me faz pensar, todas as situações engraçadas que viraram histórias que eu não canso de contar, tudo que eu já quis ser, todo mundo que se preocupou comigo, entre uma MONTANHA DE COISAS, fizeram destes 20 anos os mais legais que alguém possa ter vivido. Se você se encaixa em pelo menos um destes itens – MUITO OBRIGADO.

E depois de 20 anos, uma coisa eu posso dizer: a vida é afudê.