“Tô chegando” é com certeza a resposta mais dada ao telefone quando a pergunta é: “onde tu tá?”.*
quando a pessoa que pergunta espera pela chegada da que responde, obviamente.
“Tô chegando” é com certeza a resposta mais dada ao telefone quando a pergunta é: “onde tu tá?”.*
quando a pessoa que pergunta espera pela chegada da que responde, obviamente.
Se você é muito lento no quesito “matar moscas”, não se decepcione. É pra isso que existe a mosca-de-banheiro – o bicho mais tonto da história.
Como eu mudo meu blog de dois em dois anos, cá estou na nova mania da internet chamada wordpress. Vamos ver até onde vai. A interface me parece bem amigável e eu ainda consegui transferir todos os arquivos.
Aos poucos as coisas vão se arrumando por aqui.
Tim Burton foi muito GÊNIO ao ferrar completamente os tradutores brasileiros com o seu novo filme: Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street – que já vem com subtítulo.
A vantagem do pau-de-arara é o vento na cara.
Ontem assisti ao amistoso entre Uruguai e Colômbia no histórico Estádio Centenário em Montevideo. Minha terceira partida em 4 dias na República Oriental del Uruguay. A função de dia de jogo nem se compara a jogos no Brasil (no Olímpico pelo menos). É tranquilo ir ao estádio, os preços são muito baratos (fui de TRIBUNA e paguei o equivalente a R$20) e o ambiente é bem familiar.
Uma pena é a seleção bicampeã do mundo estar tão apagada. Os uruguaios já não se interessam tanto pelo futebol de sua equipe principal. Com uma certa razão até. A esquadra cisplatina não empolga. O peso da camisa parece ser imenso para jogadores como Lugano, Forlán e Loco Abreu.
Uma verdadeira lástima, para um país com tanta tradição e uma história futebolística tão bonita.
P.S.: já estou no Brasil.
P.S.2: Perea MATADOR.
Uou! Cá estou na minha primeira vez fora do Brasil. O Uruguai é um país bem legal até.
Algumas constatações uruguaias:
*As sinaleiras são as mesmas para carros e pedetres.
*É tranquilo caminhar no centro de Montevideo à noite.
*As torcidas do Peñarol e do Nacional dividem o Centenário e não dá briga. (aliás, fui ao estádio e vi os jogos de Peñarol e Nacional por um torneio de verão aqui – muito legal[1]).
*Os pedintes de rua são extremamente educados e te agradecem se tu não lhes dá nada.
*Vi muitos gremistas pela cidade. Torcedores do Nacional simpatizam um pouco mais pelo Grêmio (ver Libertadores 1980 e 1983).
*Pegar táxi por aqui é muito barato.
*O meu portuñol tá afiado.
[1]Acabo de voltar da final de la Copa Suat, que teve Peñarol, Nacional, Tacuary (Paraguai) e Universidade San Martin (Peru). O Centenário é um estádio muito tri. Às 19:30 teve a disputa de terceiro com Peñarol e Tacuary e às 21:30 a final. Nacional saiu campeão nos pênaltis contra Univ. San Martin depois de 1×1 com gol dos Bolsos no final.
Depois da entrega da taça, fiquei conversando com o tiozinho que trabalhava no bar e ele me disse que anda desiludido com o quadro uruguaio. Sente saudades das grandes partidas que o Centenário abrigava. Elogiou Grêmio (o tiozinho adorava o De León) e Inter e disse que acompanha sempre que pode o futebol do Brasil.