“Tu existe mesmo, ju?”

Hoje arrumando coisas no meu quarto, achei uma carta que eu recebi no segundo ano. Lembrei do quanto eu gosto de nostalgia. Acho que me senti de volta ao colégio no ano de 2003. No total, três páginas. Três folhas de caderno muito bem escritas, que me marcaram muito e que me fizeram (de novo) parar por um instante e pensar. Pensar em tudo que eu vivi até o momento em que li o último ponto.

O que a gente vive agora, de certa forma é passageiro. Cartas não. Cartas são registros que duram pra sempre. Mesmo que tu rasgue elas. E cartas não devem ser rasgadas. Se algum dia tu recebeu alguma de alguém que te queria bem, sabe do que eu tô falando.

Ah, sim. A carta era da Carine, que foi um quase namoro do tempo de colégio. Perdi o contato com ela no momento após a nossa formatura. Acho que ela é uma das pessoas mais legais e puras que eu conheci até hoje. Espero que ela esteja bem.

Tinha me esquecido do quanto cartas são poderosas.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: